Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Nestes tempos de desinspiração o recurso, para não deixar o blog abandonado, é me fazer valer de textos e mensagens recebidas de amigos.
Na falta delas, o ultimo recurso é reeditar antigos rabiscos.
Assim sendo reedito, hoje, um rabisco de muito tempo atrás mas que continua a receber minhas predileções:

CONCEPÇÃO

Corpos nus,
respiros cheios
de RRs e UUs.
Corpos molhados
de suor e pus.
Pus que não é pus.
Virilidade, natureza,
amor, calor,
maturidade, pureza.
Claridade de desejos,
escuridão de mentes .
Cobertas espalhadas,
cabelos emaranhados,
gemidos animalescos,
pudores libertados,
biologia,
sexologia,
tara, paixão,
embriagues, ilusão,
frenesi, exaltação.

Nesse quadro tão nojento,
ignóbil até,
surge milagrosamente,
cheia de pujança,
p'ra pecar no mundo
mais uma criança...

Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Hoje recebi uma mensagem do meu amigo Munhoz e, abusando do meu direito de amigo/irmão, resolvi publicar esta mensagem no blog e não nos comentários como me havia sido solicitado.
Leiam e me digam se não agi certo:

Caro iguel Cha as

Se for pertinente, gostaria que acrescentasse este co entário ao seu blog, posto que nao consigo fazê-lo.
Abraços do a igo

jc

Criticas aos textos e a tecla perdida.

Falar dos teus textos é raro exercício de satisfação e prazer inolvidável.
Se pouco falo deles, não considere desleixo ou reporvas, apenas reverencio-os e os considero tão elevados que qualquer palavra que por ventura eu lançar soará estéril, inútil, desnecessária. Faço-o tão pouco, entretanto sabes que o apreço é tão elevado que as 26 letras do alfabeto, (25 no notebook que ora te escrevo), são insuficientes para dar conta de tão elevada e prazeirosa tarefa.
Registre as infidáveis e elogiosas criticas, tenha neste escrevinhador seguidor 1 constante e indestrutível fã.

Custas tão caro, Caro Fratello, que tive que lançar de todos os artifícios possíveis para voltar à ativa e falar de ti e dos teus textos . A derradeira ode que a ti fiz exauriu tanto o estoque inspirador de sonhos e idéias quanto gastou e tornou inútil a tecla tão usada.
Foi-se o notebook. Fosse 1 teclado externo acoplado ao equipamento convencional a perda não seria significante, todavia utilizei o notebook e o excesso de uso da letra, o excesso de enters e a sua repetição quase que ao infinito, levou-a, repito, à total inutilidade. Onde pude substituí-la, o fiz, quando não pude fazê-lo, deixei 1 vazio significativo.
Não obstante esta pequena e breve perda, (que pretendo tão logo possa reparar, é só sobrar uns poucos e sonhados reais ) volto à ativa com o coração engrandecido apenas para re enfatizar, perdoe pela repetição e redundância, o apreço, o respeito, o carinho para essa figura “ 100 par ” ( já que não posso escrever a outra palavra ) que há + de quarenta anos sigo e reverencio.
Utilizei todos os “ 1 / 2s “ possíveis para não deixar passar a oportunidade e finalizo pedido ao Senhor Deus que conserve por anos e anos esta grandiosa e insubstituivel figura..
Perdoe os arranjos e artifícios; releve os entusiásticos arroubos de apreço e respeito, continue a nos presentear.
Teus versos e tuas prosas são indispensáveis neste período de tantos desencantos e tantos desencontros.
Navarro

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Só por ter criado um blog para ele e ter promovido esse blog através deste cantinho de rabiscos, fui premiado com um texto de grande complexidade e carinho feito pelo meu irmão José Carlos Munhoz Navarro.
Assim edito neste espaço o referido texto;





Magnífico moço de maio.


Miguel,

Manuseando manuscritos muitos meses mantidos, minha mente mesmo mediana, mas magistralmente motivada, mesclou, em modesta montagem múltiplas mensagens, mirando mais meu modelo de mano e mestre, ou melhor de mestre e mano.

“Metamorfoseastes marujos em ministros; menestréis em monarcas; mendigos em mestres; miseráveis em manás, e muito mais, montou microscópico mapa da mina e melhor, mostrando, mágico e moderno, massudo e maneiro, madrigalista, mancebo do mundo e matraqueador menino de maio.

Mito e marca maior de muitas mulheres, madames, matriarcas, madonas ou megeras, moçoilas ou maduras, mantivestes-te maravilhosamente melífluo, monitorando milhões e, másculo e monopolizador, manifesta-te em manufatura maestra de mentes, massas e mundos.


Mensurar Mmmms e matraquear melodias, murmurar macarrônicas modinhas, misturar motes e machucar Machadianas memórias não ( mmmm, misero e maneiro monossílabo mantido à mão) mitigam medo, minimizam misérias, maquiam maquiavélicas missões, mas mostram mera mensagem do metido a maioral, mas menor, meio míope, ( ou míope e meio), matusquela, mequetrefe e ( misericórdia ) marinheiro de muitos maremotos.


Munhoz

Terça-feira, 13 de Maio de 2008

RECOMENDAÇÃO

Gentes, tenho um irmão de letras e rabiscos que, depois de muita insistência da minha parte e de ver concretizado um blog só dele (que eu deliberadamente fiz), resolveu editar textos que considero de extremo bom gosto, às vezes românticos e outras vezes com um humor sarcástico e competente.
É assim, com esta veia humoristica que ele estreia.
Recomendo a todos a leitura deste amigo/irmão. O endereço para acessar o blog é: www.jocamuna.blogspot.com ou se preferirem, utilizem o link deste Prosa e Verso.